Circuito Nacional de Endodontia – Etapa Bahia

O Circuito Nacional de Endodontia – Etapa Bahia será realizado de 27 a 29 de agosto de 2009, portanto daqui a quatro meses ainda. Apesar da distância, a quantidade de inscrições feitas já surpreende, com um detalhe; as inscrições são de colegas de vários estados, do nordeste ao sul, o que mostra que o Brasil virá à Bahia. Só falta você. Venha, temos certeza de que vai gostar. A Bahia está lhe esperando. Veja as informações aqui.

Untitled

Frederico:
Faço endodontia há 23 ano e observei em muitos casos que a endodontia que estava no limite ideal no momento da obturação, agora parece uma subobturação.  O cimento pode ter sido reabsorvido, mas e o cone de guta?

Frederico, para muitos, não sei se é o seu caso, o nível ideal de obturação é cerca de 0,5 mm aquém ou mesmo no limite apical. Nessas condições, a literatura tem demonstrado que ela estaria em tecidos periapicais, isto é, constitui uma sobreobturação. Materiais obturadores expostos aos fluidos periapicais são mais rapidamente absorvidos do que os confinados no canal. Assim, uma obturação nesse “limite ideal” pode ser absorvida e tornar-se mais curta, para alguns uma subobturação. Um outro aspecto é que não é muito comum a imagem radiográfica da obturação permitir a identificação do que é cone de guta percha e do que é cimento obturador. Às vezes o cone principal de guta percha ficou em um determinado limite e o cimento se estendeu um pouco mais, o que faz crer que ali também tem cone, e isso se torna mais facilmente perceptível quando alguns retratamentos são feitos. Esse pequeno detalhe pode se manifestar e tornar mais confusa ainda a identificação a depender do cimento utilizado, em função da sua radiopacidade. Assim, o cimento seria absorvido e deixaria a obturação mais curta. De qualquer forma, pelo visto você já observou essa característica da obturação. Deixo uma pergunta e gostaria que voce utilizasse o blog para responder: em função dessa “subobturação” que voce percebe tempos depois, tem observado sempre o surgimento de lesões periapicais nesses dentes?

Untitled

Florival Dias:
Favor esclarecer-me se posso fazer cirurgia paraendodontica em um so conduto, em casos de dentes multirradiculares. Obrigado

Florival, em primeiro lugar pense na possibilidade do retratamento. Situações em que é impossível ter acesso a todo o canal (instrumentos fraturados, calcificações, curvatura acentuada em que ocorreu bloqueio apical por raspas de dentina, desvio em que não se consegue voltar ao canal…) a cirurgia parendodôntica pode estar indicada. Afora isso, não, o retratamento endodôntico é a primeira opção. Acredito que você está com lesão periapical em uma raiz e nas outras não. Se é um tratamento endodôntico realizado há pouco tempo a cirurgia não deve ser feita, pois podem surgir lesões também nas outras raízes. Mas, há o outro lado. Tendo sido bem feito o tratamento, a lesão ainda pode regredir. Você deve observar se o tempo de realização do tratamento já é suficiente para “assegurar” que não surgirá lesão periapical nas outras raízes. Isso é importante. Se for assim, a cirurgia pode ser realizada como você sugere.

Untitled

Kayte Botelho:
o edta pode ser usado na polpa viva e na polpa necrosada?? em que momento se usa o edta??

Kayte, é possível que alguns autores não concordem, mas o EDTA pode ser usado no tratamento de canais com polpa viva e necrosada. Em parte, são objetivos e formas de usar que podem apresentar alguma diferença. Tendo em vista que não há infecção nos casos de polpa viva, a permanência da camada residual (smear layer) após o preparo do canal não parece trazer maiores consequências, porém pode interferir na qualidade do selamento pela obturação, razão pela qual sugere-se o seu uso nesse momento. Particularmente, não faço assim, mas que pode ser utilizado, pode sim.
Nos casos de polpa necrosada, acho de grande importância a sua utilização. Sugiro o seguinte. Após o preparo do canal com hipoclorito de sódio a 2,5%, irrigar bem o canal com soro fisiológico, fazer uma boa aspiração e secagem com cones de papel absorvente. Em seguida, irrigar o canal com EDTA, sem fazer pressão forte no êmbolo da seringa, agitar com Lentulo e deixar em repouso por 3 minutos. Fazer nova irrigação com hipoclorito de sódio a 2,5%, agitar com Lentulo e deixar em repouso por cerca de 5 minutos. Finalmente, nova irrigação com soro fisiológico, aspiração, secagem e o canal está pronto para receber a medicação intracanal ou ser obturado. Devo dizer que diferentes tempos de permanência das soluções teem sido sugeridos, há uma razoável dose de empirismo nesse procedimento. Os tempos que sugiro não fogem à regra. Assumo isso sem nenhum constrangimento.
É muito importante que voce nunca esqueça o seguinte. Não se pode analisar as soluções irrigadoras fora do seu contexto, um erro que tem sido cometido. Além das características das substâncias químicas, é importante saber o que se deseja delas. Ao fazerem algumas colocações (equivocadas) de forma taxativa quanto às soluções irrigadoras e suas concentrações, diversos autores esqueceram desse aspecto. O bom senso, a boa prática clínica e o tempo se encarregaram de promover mudanças importantes na Endodontia, entre as quais essa.

A obturação e o extravasamento

Comenta-se há muito tempo que existem duas classes que ganham muito dinheiro nos Estados Unidos: Dentista e advogado. Como os comentários são feitos em meios odontológicos, entram aí os dentistas, mas é claro que os médicos também ganham e muito bem. Comenta-se também que uma das razões pelas quais o advogado ganha muito bem é o fato de “estimular” a insatisfação entre os pacientes. Aí surgem os processos.

Você gostou? Foi bem atendido? Por acaso ele se insinuou? A facilidade com que se processa alguém na sociedade americana tem sido mostrada pela imprensa e sempre trouxe alguma perplexidade. O caso do lutador de boxe Mike Tyson ilustra bem isso. Uma mulher que vai ao apartamento dele e depois o processa por assédio sexual, argumentando que pensou que ele fosse mostrar uma coleção (não lembro de que, deve ter sido de bonecas Barbie) é de um ridículo sem tamanho. E o pior, ela ganhou.

Diz-se que uma das garantias de causa ganha é processar o endodontista pelo fato de ter algum espaço do canal que não foi bem obturado. Se o canal que você obturou apresentar qualquer falha na obturação, pode ficar tranqüilo, você será processado. E para você ficar mais tranqüilo ainda, esteja certo de que vai perder.

Não dá para trabalhar. Assim é difícil. Você, ou o seu advogado, tem como provar ao juiz que a instrumentação foi muito bem feita? Não. Tem como provar que a irrigação foi muito bem feita? Não. Se usou PMCC, tricresol, corticóide, clorexidina…, tem como provar que a medicação intracanal foi muito bem feita? Não. Se usou hidróxido de cálcio e o canal foi bem preenchido, talvez o convença. Tem como provar que a obturação foi muito bem feita? Tem. É a única etapa que pode ser mostrada, atestada, comprovada, garantida. Uma obturação “perfeita” pode ser mostrada numa radiografia. Percebeu a importância da obturação?

Qual a solução? Faça da sua obturação a etapa mais importante do tratamento endodôntico. Obture impecavelmente, tão impecavelmente que, não tendo mais espaço onde obturar, a obturação extravase. O que você prova? Que a obturação está tão bem feita, mas tão bem feita, que, por falta de espaços vazios, extravasou. Obturação com extravasamentos, comprovação da excelência na Endodontia. Causa ganha, dessa vez para você.

Há alguma outra razão para se fazer obturações desse tipo?

Você já ouviu falar da teoria do tubo oco, também conhecida como teoria do espaço vazio? Ela nasceu e cresceu nos Estados Unidos e se consolidou em todo o mundo. Segundo essa teoria, eventuais falhas na obturação, particularmente no terço apical, permitiriam a penetração dos fluidos teciduais periapicais para o interior do canal, onde entrariam em processo de estagnação e decomposição e produziriam substâncias tóxicas aos tecidos periapicais. Trabalhos como o de Rickert e Dixon (1931) “confirmavam” essa concepção, mas foi Ingle (1956) quem se encarregou de consagra-la. Em todo o mundo praticamente todos os autores e professores a adotaram e passaram a ensinar apoiados nela. No Brasil, todos fizeram isso. Se você procurar um único livro de autor brasileiro que não tenha ensinado assim, não vai encontrar. Se encontrar, por favor, me mostre.

Daí nasceu a idéia da necessidade do vedamento hermético e com ela a do travamento perfeito do cone de guta percha. Era a única forma de garantir o sucesso. Você aprendeu assim? Eu também. Criaram-se técnicas e mais técnicas, cimentos obturadores de todos os tipos, cada um cantando em prosa e verso as suas maravilhas, profissionais adotando essas técnicas e cimentos da noite para o dia, uma festa. Foi um dos maiores equívocos que se cometeu na Endodontia.

Cometer equívocos é inerente ao ser humano, consequentemente, ao pesquisador e ao clínico. O que não faz absolutamente nenhum sentido é insistir por longos anos no erro. Não há registro de um trabalho que comprove a existência de vedamento hermético, mas ainda hoje vejo a sua indicação como garantia de sucesso, o que é um absurdo. Quanto à teoria do espaço vazio, já foi devidamente demonstrada a sua inconsistência científica. A questão, porém, vai muito além disso. Trata-se de trazer para os vários momentos da Endodontia concepções mais inteligentes e sensatas, o que não está acontecendo. Esse é um tema recorrente e lhes convido a ler o que já escrevi sobre ele aqui no site. Clique aqui para ler pelo menos os artigos A difusão do erro, Um grande equívoco, Preparo e obturação do canal e A obturação e o espaço vazio.

Há poucos dias li, e enviei para alguns amigos, um texto muito interessante de Rosa Alegria*, em que ela se reporta a uma frase de Marcuse**. “É a racionalização da irracionalidade”, dita na década de 60, quando a sociedade unidimensional – carente do elemento crítico – começou a ser modelada. A ausência de análise crítica não é algo tão incomum. Mesmo o mundo acadêmico parece sofrer com isso.

Se você faz Endodontia nos Estados Unidos, extravase. Parece que, de alguma forma, é interessante, pelo menos no aspecto jurídico. Se você faz Endodontia no Brasil, não extravase. Não faz sentido.

 

* Rosa Alegria – Futurista, pesquisadora de tendências, comunicóloga e ativista de midia. É diretora de Conteúdo do Mercado Ético.

** Herbert Marcuse – sociólogo e filósofo alemão de uma família de judeus assimilados naturalizado norte-americano.

O professor (des)homenageado

Segundo Aristóteles, “a grandeza não consiste em receber honras, mas em merece-las”. Aristóteles estava errado. Algumas honras devem ser de tamanha importância que se faz o inimaginável para recebe-las.

Compor uma mesa, por exemplo, deve ser muito importante. Há quem não dê a menor importância a determinados eventos, mas, convidem-no para fazer parte da mesa. Podem ter certeza, não há a menor chance de ele faltar.

Compor uma mesa de formatura (patrono, paraninfo, professor homenageado, etc) é algo de importância vital. Voce acha que não? É porque não sabe o que se faz para conseguir. Voce nem imagina. Nas faculdades são conhecidos, e comentados (muitas vezes pelos próprios alunos), os professores que fazem esforços “sutis” para serem homenageados.

Até que ponto vai a nossa vaidade? Que caminhos percorremos na busca de que?

Confesso a minha vontade de falar um pouco mais sobre esse tema, mas acredito que melhor do que qualquer coisa que poderia escrever é mostrar um texto que recebi por e-mail há algum tempo. Ele é reproduzido aqui exatamente como recebi, mas, por questões éticas, foram omitidos os nomes do professor e da instituição.

“Desconvite
Data: 02/12/2005
Excelentíssimo Dr. Professor …
Nós da comissão de formatura 2005/2 dos cursos de Administração, Turismo, Jornalismo e GSI da faculdade…, vimos por intermédio desta, comunicá-lo de uma situação que nos deixa muito constrangidos e de certo modo frustados: Há alguns meses, em visita pessoal entre os membros da comissão de formatura à Vossa Senhoria, solicitamos e fomos  prontamente atendidos e correspondidos na solicitação do convite, que muito nos honraria, para homenageá-lo como Patrono das turmas acima mencionadas. Até então, também foi abordado a possibilidade de um auxílio para amenizar os custos referentes a formatura. Hoje pela manhã, fomos informados formalmente que o auxílio que poderia ser repassado aos formandos seria de R$ 1.000,00, que entendemos que esteja dentro das suas atuais possibilidades financerias. Ao repassar esta informação, a comissão e os demais formandos ficaram em uma situação delicada em face da dificuldade em completar o orçamento. Os mesmos reagiram e sugeriram o auxílio de outra pessoa, que era também cogitado a ser homenageado, cujo valor disponibilizado amortizará o custo relativo ao local da colação de grau, pois contávamos com a disponibilidade do novo auditório da Estácio. Então, diante desta situação extremamente complicada, nós da comissão acatamos o que a maioria dos formandos optou, que é de homenagear como Patrono a outra pessoa que fará uma contribuição mais elevada. Gostariamos de agradecer o aceite e o comprometimento, nos desculpar pela alteração e pelo não cumprimento do convite que fora gentilmente aceito pelo senhor, mas diante dos fatos, a maioria decidiu que seria mais justo homenagear a pessoa que se propos a fazer a maior contribuição para com os formandos. Ficamos no aguardo de um retorno do recebimento deste.
Atenciosamente; Alex (ADM), Sabrina (TUR), Deise (JOR), Rafael (ADM), Juliana (TUR), Mônica (GSI ) Comissão de formatura 2005/2

Resposta do professor:
Prezados Acadêmicos da Comissão de Formatura dos Cursos de Administração, Jornalismo e Turismo 2005-2, Vocês não devem se sentir constrangidos. Frustados sim. Constrangidos nunca! Quem sabe este constrangimento não se trata de vergonha! Ou falta de caráter!  Ou ainda falta de ética! Entendo que estou "desconvidado" para ser Patrono. Em minha vida de quase 30 anos como professor, devo ter sido patrono, paraninfo, nome de turma e homenageado – dezenas de vezes. Jamais imaginei que formandos convidassem e "desconvidassem" patronos por dinheiro! Enfim, sempre há uma primeira vez para tudo. Se eu utilizasse a mesma moeda (literalmente) é uma pena não ter sido comunicado antes… Neste caso, por idêntico critério não teria pago minha parte como "patrono" na última festinha de confraternização dos formandos. Meus queridos ex-futuros afilhados: Eu é que me sinto constrangido. Decepcionado. Surpreso.Triste mesmo! Constrangido porque pensei que o convite realizado fosse uma homenagem ao Ex-Diretor Geral da… pela sua capacidade de administrar e levar adiante um projeto que em cinco anos tornou-se a maior escola de administração de… Todos os cursos que ora estão se formando obtiveram a nota máxima de avaliação do MEC Patrono é isso: uma pessoa que os formandos entendam deva ser exemplo na área de atuação dos cursos. Decepcionado porque pensei que nossos alunos honrassem o título de Bacharel após quatro anos muita de luta e sacrificio. Patrono é isso: uma pessoa que dignifica a profissão. Surpreso porque jamais imaginei ter sido "comprado" como Patrono. Isto é, fui "eleito" pelos formandos somente porque iria dar dinheiro para a formatura. Patrono não é isso. Patrono não se vende. Triste porque vejo que não consegui – após quatro anos de curso superior – mudar os valores de alguns alunos da… Patrono é isso: uma pessoa que possui valores que prezam pela  ética,moral,honra e palavra. Sinto-me aliviado. Dormirei melhor… Não consegui comprá-los por R$ 1.000,00. Obviamente a honraria de ser patrono vale muito mais que isso. Tivesse eu as qualidades de um patrono acima citadas – talvez me sentisse"enojado" com a situação. Como não as possuo, sinto-me aliviado em ter poupado um dinheirinho que seria gasto com pessoas das quais me envergonho ter sentido alguma consideração de relacionamento. Assim sendo, e como não resta alternativa com muita alegria aceito o "desconvite". Entendo que outros formandos não devem compartilhar da mesma opinião dessa Comissão. À estes desejo sucesso e sorte. À Comissão de Formatura e aos outros que trocaram o patrono por dinheiro o meu desprezo. Seguramente a vida lhes ensinará o que a faculdade não conseguiu! Por último, desejo à todos a felicidade da escolha de um Patrono bem rico! Que ele possa pagar todas as despesas e contas… Seguramente a maior qualidade do homenageado! Que tenham uma excelente formatura. Estarei lá presente na qualidade de professor da… Digam ao acadêmico orador que em seu discurso não fale em qualidades dignas do ser humano. Muito menos em decência, honra, moral e ética. Se assim o fizer irei aparteá-lo e chamá-lo de mentiroso!
Atenciosamente, Prof., Dr… Ex-futuro Patrono dos Cursos de Adm, Jor e Tur da…”

Que loucura!

Limpeza ativa do forame

Já há alguns anos ouço e recebo comentários de vários colegas sobre limpeza do forame, inclusive a limpeza ativa.

Realizo a limpeza do forame desde janeiro de 1987, portanto, há 22 anos, quando não se falava disso em lugar nenhum, particulamente no Brasil, onde sempre se ensinou que o canal cementário era intocável, sagrado. Alguém aí lembra disso? Querem saber como isso aconteceu?  Clique aqui e leia “Pondo os pingos nos is”, na seção Conversando com o Clínico.

Em 1992, diante de um caso que não conseguia controlar, mesmo com a limpeza do forame, resolvi mudar a forma de fazê-la e foi aí que criei a limpeza ativa do forame. Posso assegurar a voces que inúmeros colegas já estão fazendo esses procedimentos como rotina em boa parte do Brasil (mais do que voces imaginam), inclusive com professores preconizando nos seus cursos. Fico muito feliz com isso. Sempre que sou convidado para ministrar um curso em qualquer cidade do Brasil, esse é o tema mais solicitado. 

Agora, alguns começam a se manifestar sobre isso aqui no blog (clique em comentários nas perguntas de Juliana em um post aí embaixo, publicado em 27/03/2009, e verão os comentários de Renata e Fausto Costa). Quem mais está fazendo isso e tem algo para contar? Usem o blog para emitir as suas opiniões e comentários. Vamos divulgar esses procedimentos para que mais colegas possam usa-lo?

Untitled

Stanley Rangel:
Caro Professor, tenho um paciente com 22 aanos, que apareceu em meu consultorio com o dente 15 com curativo endondotico, apos a radiografia, percebi que havia uma reabsorção apical, será que eu conseguiria salver este dente tentando uma apicificação, e qual o metodo mais indicado?
Muito Obrigado….

Stanley, não sei as reais condições do dente, mas pode ser salvo sim. Prepare o canal com hipoclorito de sódio e EDTA, fazendo irrigação passiva. Não dá para dizer à distância o tempo que o hidróxido de cálcio (com soro fisiológico) deve ser utilizado, é variável. Se o ápice mostra reparo, é o momento da conclusão.