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Trauma dental

Sara Oliveira:
Boa noite, Prof. Ronaldo, atendi um paciente em meu consultório e gostaria de uma opinião. o paciente relatou trauma no dente 11 há 2 anos mais ou menos, ao exame clínico inicial o dente se apresentou normal com pouquissima mobilidade, sem lesão periodontal, sem infecção aparente, com coloração normal, ao exame de percussão não apresentou dor. solicitei um raio x e constou fratura radicular separando o dente em dois fragmentos e uma reabsorção interna no fragmento coronário um pouco abaixo da coroa. o ligamento periodontal se encontra normal sem espessamento ou reabsorção. o teste de vitalidade ainda não foi realizado. Qual seria a melhor conduta?
 obrigada Sara

Sara, você diz “solicitei um raio x”. Devo entender que você não faz o “raio x”, é isso? Acho que deve encaminhar esse paciente para um especialista analisar bem.

Medicação intracanal

Simone:
Tenho um paciente com necrose com reação periapical no 21, que após a instrumentação coloquei calen com PMCC, após 30 dias ainda observei discreta secreção e resolvi repetir a medicação, para minha surpresa houve edema, irriguei, removi o calem e estou esperando o edema regredir, mas pergunto: após regredir devo usar novamente o calem co PMCC, o calen puro, ou só tricresol e encaminho para cirurgia para endodôntica? peço encarecidamente sua resposta.Obrigada

Simone, não troque simplesmente a medicação. Faça novo preparo do canal, inclusive com limpeza do forame, e aí sim renove-a. Quando houver necessidade de mais de uma medicação intracanal, é melhor fazer a “primeira renovação” com menos de 30 dias. Há razões para isso. Não recomendo o uso de Tricresol e sugiro hidróxido de cálcio em veículo aquoso.

Mais uma vez

Já aconteceu isso anteriormente e tive oportunidade de pedir desculpas. Refiro-me ao acúmulo de perguntas sem as respostas no blog .

Estou absolutamente sem tempo (entre viagens recentes e trabalhos que estão sendo publicados e outros que deverão ser em breve – veja os dois últimos aqui). Há algum tempo tentei contornar esse problema com um mecanismo mas vi que não ia funcionar. Agora, confesso, não sei muito o que fazer, tendo em vista que é possível que essa falta de tempo se acentue em 2011, em função dos compromissos que tenho pela frente.

De qualquer forma, pelo desejo e a alegria de conversar com vocês, tentarei sempre responder a todos, mesmo que com algum atraso.

Turma da especialização-microscopia em campinas

Tive a honra de ministrar um curso no Conclave Odontológico Internacional de Campinas (COIC) em setembro de 2009, na Associação dos Cirurgiões Dentista de Campinas (ACDC). Naquela oportunidade me encantaram, além da força do evento, as instalações da ACDC e a gentileza com que fui tratado.

Entre os dias 18 e 21 de novembro deste ano, estive lá novamente, dessa vez com a nossa turma de especialização da ABO-Bahia, para um curso de microscopia. Os 12 alunos e 3 professores estiveram presentes. Do nosso grupo só não compareceu a Profa. Suely Colombo, por compromissos de família. Como já esperava, a turma adorou e também ficou encantada.

Sob todos os aspectos, foi um grande sucesso essa programação (que faz parte do curso) proporcionada aos nossos alunos. Já ficou agendada com a ACDC a nossa ida no próximo ano com a nova turma de 2011.

Ficam aqui o nosso carinho e agradecimento aos professores Rielson Cardoso e Nilden Cardoso.

Clique sobre as fotos para ampliar

Chegando em Campinas

 

Recarregando as baterias

Igor Ricardo F. Cândido, Débora Maria O. Cruz, Prof. João Dantas, Camila Coimbra Pereira, Gabriela Martins Rodrigues, Gabriel De Souza Petró, Daniela Cristina Diniz Ferreira, Marcela Rocha Silva (na frente), Paula Silva Borges (atrás), Jenila Pinto Costa (agachada), Simone Cerqueira Cardoso (atrás), Eliane Ferreira Campos, Maria Fernanda Teixeira Bastos, Prof. Rielson Cardoso, Prof. Nilden Cardoso, Prof. Maurício Lago e eu.

Ninguém é de ferro

Curitiba

No final da semana passada tive a grande alegria de mais uma vez ir a Curitiba. Dei aula na especialização em Endodontia da Universidade Federal do Paraná (UFPAR) nos dias 03 e 04/12 (sexta e sábado). Ficam aqui o meu carinho e agradecimento aos professores Gilson Sydney, Antônio Batista e Marili Doro pela forma como fui tratado. É sempre bom estar entre amigos.

Parestesia

Ricardo Molina:
Necrose pulpar. Bom dia.
Gostaria de saber se uma anestesia infiltrativa próximo do forame mentual pode provocar uma inflamação e parestesia facial e mesmo com a região anestesida o paciente pode sentir dor (diagnóstico necrose pulpar, sem lesão periapical do 35) .  Grato

Ricardo, a anestesia aplicada diretamente no forame mentoniano pode provocar parestesia. Nos casos de necrose pulpar sem lesão periapical, mesmo anestesiado o paciente pode sentir dor. Uma das razões é que o último tecido a necrosar é o nervoso.

Radiologia e Endodontia

Karine Livia:
prof.gostaria de saber quantas radiografias são necessarias para endodontia de um dente.

Karine, depende de cada situação. Muitas vezes, por razões diversas, o profissional precisa repetir e isso torna impossível dizer quantas. Em condições normais, para aqueles que têm menos experiência, acredito que pelo menos 4 devem ser realizadas: comprimento de trabalho, prova do cone, prova da obturação e final.