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A indignação no limite
nguém fala do PSDB???? E o mensalão Tucano? Quando será julgado? Sabia que o Mensalão Tucano aconteceu 7 (sete) anos antes do mensalão Petista? E até hoje não foi julgado?
Cid Quintela.
E se voltar com dor?
Renata Friedman:
Olá prof. Ronaldo. Tive um caso de um 17 recentemente que por enquanto está tudo bem, mas me fez pensar. Era uma bio com sintomas de pulpite. Eu acessei e consegui preparar e obturar o P e o Mv, porém o Dv eu não achei nem mesmo a entrada do conduto. Resolvi marcar uma segunda consulta e continuar procurando até que achei uma entrada. A lima 15 não desceu de jeito nenhum, então tentei uma 10 com auxílio de glicerina pra lubrificar e ela desceu cerca de 5mm, mas fraturou. Tentei ultrapassá-la sem sucesso e achei por bem encerrar o tratamento e acompanhá-lo. A minha dúvida é: o que fazer se essa paciente voltar com dor se eu não consigo ultrapassar ou remover esse instrumento? Não havia contaminação no canal, já que era bio, mas tb não foi feita a biopulpectomia.Aguardo retorno. Um grande abraço.
Renata, a primeira coisa a dizer é que nesses casos não tente com a 15. Vá com a 08, com manuseio muito delicado do instrumento. Não parece provável que ela volte com dor nesse momento. Se acontecer, veja que tipo de dor é (espontânea, percussão, etc), para então estabelecer o que fazer.
Tratou, resolveu, voltou. E agora?
Renata Friedman:
Paciente me foi encaminhada com queixa de dor ao mastigar no 46. Não conseguia morder certos alimentos como a amada farofa. O clínico já havia feito o alívio oclusal sem sucesso. No rx havia restauração distante da polpa, sem sinal de infiltração. Durante exame verifiquei sensibilidade aumentada ao frio, ligeira sensibilidade ao calor e dor à percussão. Decidi abrir e fazer a endo, sessão única. Dois dias depois ela me liga dizendo estar ótima, todos os sintomas sumiram. Porém, 7 dias houve dor espontânea pulsátil e dor à mastigação novamente. Ainda não a vi. Como explicar essa recaída?
Renata, a primeira coisa é examinar a paciente outra vez. Pode ser o próprio dente tratado como algum outro. Diante de novo exame e novas informações, se você mesma não fechar o diagnóstico, faça novo contato. Tentarei ajudar.
O garotão Aécio Neves
O comportamento adolescente e a fragilidade-inconsistência-desinteresse-incompetência-irresponsabilidade-descompromisso, com o que quer que seja, de Aécio Neves é uma coisa que, de tão evidente, literalmente salta aos olhos.
Aí fico completamente desorientado, sem saber o que dizer. Como é que eu devo dizer? É incrível como a elite brasileira se deixa manipular ou é incrível como a elite brasileira é…
Já cansei de pedir aos deuses que clareiem a minha mente para entender tamanho desatino e eles já deram provas claras de que não vão me ajudar. Passo a acreditar que eles não sabem como.
O que já existe de conhecimento sobre Aécio Neves é mais do que suficiente para fazer com que ele, em definitivo, largue tudo e vá viver em Ipanema/Leblon, que é, na verdade, o que ele faz (e fazia quando era governador de Minas Gerais).
Recentemente, ao ser flagrado numa blitz, recusou-se a fazer o teste do bafômetro. Apreenderam a sua carteira (vencida) e a própria polícia teria providenciado um táxi, porque também a sua namorada não estava em condições de dirigir.
O que? Você acha que esqueci de dizer onde foi a blitz? No Rio. Dizem que ele jamais será flagrado pelo bafômetro em Belo Horizonte, porque ele não sabe dirigir pelas ruas daquela cidade.
Vejam a mais recente de Aécio.
Andréa Falcão, a mulher que tira o sono dos Neves
Advogada, centrada e extremamente rigorosa. Esta é a ex-esposa de Aécio que vem assombrando o esquema montado em torno de seu ex-marido
FONTE: Novo Jornal, publicado em 05/03/2013 às 14:59:55
Ex-esposa de Aécio Neves, Andréa Falcão mora no Rio de Janeiro com a filha do casal, Gabriela. Ela e Aécio foram casados por oito anos. Separados há catorze anos, Andréa tem hábitos saudáveis e esportivos sendo considerada pelos amigos uma atleta. Discreta e reservada, poucos sabem de suas atitudes que colocam em risco o projeto de Poder construído pela família Neves após a morte de Tancredo.
Embora apresentado como político, Aécio Neves na verdade é apenas um produto comercial como tantos outros disponíveis no mercado, fruto de pesados investimentos publicitário. A início patrocinado por seu padrasto, o falecido banqueiro Gilberto Faria, em curto espaço já servia ao pesado esquema de desestatização e desnacionalização da economia montado pelo ex-presidente FHC.
Eleito em seu primeiro mandato de deputado federal e Constituinte por Minas Gerais pelo PMDB, Pimenta da Veiga viu em Aécio a possibilidade do PSDB se apropriar da imagem de Tancredo Neves. Porém, como hoje, na época Aécio não tinha gosto pela política, tinha que ser constantemente cobrado e policiado.
Entretanto, como sua carreira política tornava-se cada vez mais lucrativa, montou-se em sua volta uma eficiente estrutura com membros de sua família e políticos que viram nele a parceria ideal para ocupar o espaço político deixado por seu avô, Tancredo. Contudo, seus familiares e parceiros não contavam com um fato novo, o casamento de Aécio com Andréa Falcão.
Segundo amigos de Andréa, rígida por princípios, passou a questionar o comportamento de Aécio e a farsa montada para manter sua imagem. À amigos ela reclamava que isto impedia que Aécio amadurecesse.
Separada de Aécio em 1998, procurou organizar sua vida, porém, com a eleição de Aécio para governador em 2002, no intuito de passar para a população uma imagem de homem de família, o esquema passou a utilizar sua filha Gabriela, sendo histórica a presença da mesma em sua posse.
Sabedora do que realmente ocorria, Andréa passou a questionar esta utilização com receio de que a exposição, as companhias e hábitos de Aécio fossem prejudiciais à sua filha. Entretanto, o esquema montado em torno de Aécio insistiu, mesmo diante de sua recusa.
Esta prática foi bastante reduzida nos últimos anos de governo de Aécio Neves, contudo, o mal já havia sido concretizado. Com a denúncia dos deputados mineiros Sávio Souza Cruz (PMDB) e Rogério Correia (PT) de enriquecimento ilícito dos irmãos Andréa e Aécio Neves perante a Procuradoria da República e Receita Federal descobriu-se uma gigantesca movimentação financeira de Aécio nos Estados Unidos.
Constatou-se que os maiores depósitos coincidiam com as datas das viagens de Aécio Neves a Aspen, uma estação de esqui no Colorado, para onde Aécio se dirigia sobre a justificativa de que estaria levando a filha para esquiar. As suspeitas aumentaram ao se descobrir que as viagens foram feitas em jatinho fretado sem que sua bagagem passasse por qualquer alfândega, seja no Brasil ou USA.
A área de inteligência da Receita Federal descobriu que uma integrante da inteligência da PMMG, conhecida como PM2, havia relatado uma discussão entre Aécio e Andréa Falcão, onde ela, de maneira enérgica, reclama; “deixe minha filha fora dos seus rolos, não quero que fique utilizando ela para servir de justificativa para você fazer o que faz”, Aécio pergunta. “Que rolo?”; Andréa Falcão responde; “levar estas malas de dinheiro e diamante para Aspen”.
Este procedimento encontra-se desde o final do ano passado nas mãos do procurador geral, Roberto Gurgel, parado. Segundo amigos de Andréa Falcão, se ela for convocada a esclarecer os fatos ela irá contar tudo que sabe para defender sua filha. Pelo visto a família Neves finalmente terá a oportunidade de constatar que Andréa Falcão sempre falou sério.
O senador Aécio Neves, consultado sobre o tema que seria abordado na matéria, optou por nada comentar e Andréa Falcão recusa-se a falar com a imprensa.
Hiperemia pulpar
sabrina prado:
na hiperemia pulpar, a condulta clinica quando ainda não ouve exposiçao pulpar é:
Tratamento conservador.
PSDB é campeão nacional de barrados pela Lei da Ficha Limpa


A mulher brasileira
O novo herói da elite brasileira
O ministro e a liturgia do cargo
Por Sergio Nogueira Lopes – do Rio de Janeiro

O ministro Joaquim Barbosa se ofendeu com uma pergunta que o repórter ainda iria lhe fazer
Os poderes fundamentais para a integridade dos pilares desta nação desmancham-se nas águas de março, solapados por este festival de desvarios promovido exatamente por aqueles cidadãos investidos no poder público para guardar em segurança os valores pétreos que deveriam reger a vida de todos nós. Uma conjunção de fatores políticos, própria de um tempo em que a mediocridade assoma o debate acerca dos pontos elementares para a sobrevivência da sociedade, converte-se em pano de fundo para arbítrios e intolerância. Aqueles que ocupam postos de extrema visibilidade na República precisam guardar o recato que convém à carga, imensa, de responsabilidades que o acompanham desde quando o sol se levanta, até raiar outra vez, dia após dia. Não há margem para deslizes. Não há espaço para problemas pessoais, dores nas costas, nos pés, na cabeça. Apenas na consciência, se esta estiver em dia com seus afazeres. Há apenas o sentido republicano de sacrifício por seu país, pois este foi o acordo, explicito no termo de posse. Qualquer tentativa de se alterar tais pressupostos será um atentado contra cada um dos brasileiros.
No Brasil, porém, ocorrem fatos próprios apenas de uma sociedade jovem ainda, afoita e estabanada, capaz de se deixar levar por encantos débeis como o discurso impresso nas páginas dos diários comprometidos com seus donos e os patrões destes, em escritórios na Wall Street. Assim, a mídia irresponsável, aliada aos interesses inconfessáveis das elites brancas e podres de rica, viu uma oportunidade para ganhar terreno na eleição de um presidente negro para a Corte Suprema, disposto a romper paradigmas à força, ainda que para tanto precisasse usar o “Domínio do fato” e todas as demais polêmicas que o envolvem. E sem qualquer medida, de forma intempestiva e maniqueísta, estabeleceu-se o rigor da Lei aos réus de um processo rumoroso sobre corrupção, imposto por um juiz contundente com terceiros, mas leniente com seu ego disforme de tão inflado após capas das revistas e tantas primeiras páginas expostas ao clima, nas bancas de jornal. Na internet, longe das impressoras carregadas nas tintas, outra versão sobre o novo “Torquemada”, como o classificou o professor Emiliano José, emérito doutor em Comunicação e Cultura Contemporâneas pela Universidade Federal da Bahia, passa a ganhar corpo, consistência, na silhueta de um ser instável, irritadiço, mau humorado e ríspido.
Não demorou muito para que a vestal de outrora, símbolo do preto no branco, da rigidez de caráter e moral conservadora, aparecesse em todos os tons de cinza que permeiam os desvios da alma humana. Como ocorre, quase sempre, o desvelo com o conceito de sensatez e amabilidade no trato com o público, aquele que lhe paga o régio salário, esvai-se na pergunta pertinente do repórter de um daqueles veículos que tanto o incensaram. O rapaz ia questioná-lo sobre a gastança e o estilo de vida perdulário dos tribunais de Justiça, inclusive no Supremo Tribunal Federal, dado a recepções e jantares e coisas e tais em que se consomem champanhas e acepipes na mesma razão com que a fome rasga os ventres dos nordestinos, dos favelados, dos desvalidos que lotam as prisões abarrotadas. A pergunta, na realidade, sequer chegou a ser concluída, quando o representante da imprensa domesticada surpreende-se com a explosão vulcânica do entrevistado que o manda, sem meias-palavras, “chafurdar no lixo” onde, provavelmente, encontrou dúzias de Veuve Clicquot e potes de Beluga, lotados do que o sambista e boa gente Zeca Pagodinho nunca viu, nem comeu, apenas ouviu falar.
Os meios de comunicação que criaram a imagem daquele que lhes serviu para impor a maior derrota midiática de que se tem registro na História brasileira a uma agremiação política, pasmos, ficaram reticentes em divulgar o ocaso do mito, reduzido ao humano raivoso que, para completar a grosseria, classifica o jornalista em serviço de “palhaço”, por tentar levar ao público um pouco dos bastidores de um dos poderes do tripé da democracia. Esta, ora claudica diante da atitude irascível de quem deveria apascentar. “Depois de endeusá-lo, fica difícil criticá-lo”, pontua o mestre baiano, diante de um pífio editorial publicado no jornal que emprega o repórter destratado. O editorialista, bem recompensado, resume a inominável agressão a um de seus funcionários como mero fato “lamentável”, ainda que reconheça “o temperamento muitas vezes descontrolado” do ministro.
Fica-se claro, agora, para todos os brasileiros – até aqueles mais dóceis e submissos aos ditames do poder central – que, se uma simples reportagem é capaz de tirar do sério o presidente da mais alta Corte de Justiça do país, cabe até a uma criança perguntar, devido a este espírito iracundo, se não seria o caso de se perpassar uma a uma das sentenças desta lavra e aferir até que ponto seriam válidas, à luz do Direito, diante do contraditório ameaçado por tal estado de exasperação.
Lembre-se, ministro, que perguntar não ofende.
Sergio Nogueira Lopes é sociólogo, jornalista e escritor, autor de Opinião Giratória, entre outros livros.
PSDB é vergonhosamente desmascarado no Congresso
